
A sustentabilidade está a ganhar terreno a passos largos, ao ponto de se tornar num fator decisivo para os consumidores no momento de escolher um produto ou uma marca.
De acordo com o Jornal de Negócios, um estudo realizado pela Escolha Sustentável mostra que 55% dos inquiridos preocupam-se com o futuro do planeta, mas apenas 14% compram produtos sustentáveis com regularidade, pois muitos mostram desconfiança em relação à veracidade das alegações ambientais das marcas. É aqui que reside a verdadeira questão: o que significa, exatamente, que um artigo seja sustentável? Tem-se aceite que o cartão é “bom” e o plástico “mau”, mas a realidade é que a sustentabilidade real vai muito além disso.
Ao longo deste artigo, analisa-se o caso da BIC, referência no seu setor em matéria de ecologia, e percebe-se por que razão uma caneta de plástico pode ser muito mais responsável do que uma feita de materiais naturais.
· Fator 1: O ciclo de vida
Para catalogar um produto como sustentável, é necessário ter uma visão a 360º do mesmo e analisar o seu ciclo de vida do início ao fim. Isto inclui desde o local onde se extrai a matéria-prima até aos quilómetros que o produto percorre até à sua reciclagem.
No momento de fabricar, a BIC procura sempre a eficiência de materiais, privilegiando designs que utilizem apenas o estritamente necessário. Não se trata de eliminar o plástico, mas sim de o otimizar através do eco-design, de forma a reduzir o peso dos artigos. Graças a esta abordagem de reengenharia em produtos e embalagens, conseguiu-se poupar 870 toneladas de matéria-prima num único ano.
Além disso, o artigo mais ecológico é aquele que não se deita fora. De nada serve uma caneta que deixa de escrever ao fim de dois dias e que tenha de ser constantemente substituída. A verdadeira sustentabilidade é a eficiência. Por isso, é importante privilegiar a qualidade dos produtos, como no caso da Caneta BIC Cristal, concebida para escrever até 3 km.
· Fator 2: Proximidade
A BIC integra a consciência ambiental em toda a sua cadeia de valor, compreendendo que um dos maiores inimigos do planeta é o transporte transoceânico. Por esta razão, são privilegiadas as suas fábricas regionais na Europa, situadas em locais como Tarragona (Espanha) e Samer (França).
Esta estratégia de fabricação por «hubs» regionais aproxima o produto dos mercados locais. De facto, graças à otimização logística e à redução drástica da utilização de carga aérea, conseguiu-se diminuir em 6% as emissões de transporte relativamente ao ano anterior.

· Fator 3: Certificações e transparência
Em muitas ocasiões, as empresas recorrem ao greenwashing, uma estratégia de marketing para aparentar ser eco-responsáveis quando, na realidade, não o são. Para demonstrar que a BIC é uma marca comprometida, a sua ação apoia-se em certificações externas:
- Através de certificações de produto, conta com o selo NF Environment em 17 referências da empresa.
- Uma empresa sustentável deve auditar os seus próprios fornecedores. Atualmente, 95% dos fornecedores estratégicos da BIC são avaliados pela EcoVadis, obtendo uma pontuação média de 60/100, muito acima da média do setor.
· Fator 4: Do descartável ao circular
A transição para uma economia circular é o passo definitivo para transformar os objetos do quotidiano em soluções de baixo impacto. Este modelo não se centra apenas na reciclagem final, mas também na forma como a inovação nos materiais e a utilização de energias limpas durante a produção podem fechar o ciclo do consumo responsável.
A BIC recebeu uma classificação B do Carbon Disclosure Project (CDP), uma autoridade mundial em matéria de emissões de carbono, destacando-se pelo seu compromisso com a redução do impacto climático e o apoio à economia circular.
- Um produto é mais sustentável se a sua fábrica utilizar fontes renováveis. Atualmente, a BIC já opera com 92% de eletricidade renovável a nível global.
- Já é possível encontrar no catálogo da BIC canetas com tintas que contêm até 93% de ingredientes naturais e marcadores com 81%.
- Promove-se a reutilização com produtos como o novo isqueiro BIC® EZ Load que, sendo recarregável, é capaz de gerar até 15.000 chamas — um passo fundamental rumo ao resíduo zero.
- Recorre-se a materiais com “passado”. Nem todo o plástico é igual. Em unidades como a fábrica de Samer (França), 43% do plástico utilizado é já reciclado.
O caso da BIC demonstra que, quando uma caneta de plástico nasce de uma produção local, é concebida para durar anos e produzida com energia renovável, torna-se uma opção muito mais responsável e coerente do que qualquer alternativa em materiais “naturais” de baixa durabilidade ou proveniência incerta.
Por isso, se procura uma opção de qualidade e confiança para a sua marca, convidamo-lo a descobrir a nossa gama de canetas BIC personalizadas para empresas.